Archive for the ‘Sem categoria’ Category

Estamos na época das sororocas em Ilhabela

sexta-feira, julho 23rd, 2010

Nessa época do ano (inverno) até o mês de setembro costuma dar muitas sororocas aqui em Ilhabela, tem vários pontos aqui na região, mas os melhores locais são o sul da Ilhabela, desde a ponta da sela até a enseada das anchovas, outros bons pontos são as ilhas mais rasas ao sul da Ilhabela: Ilha de toc toc e Ilha dos gatos principalmente.

Até hoje nunca vi uma sororoca pegar na isca natural, somente em artificiais tipo plugs, jigs e gotchas.

A modalidade mais eficiente é a de corrico com pequenas iscas (plugs e jigs), mas também pega em vertical jig e pincho

Sonar

segunda-feira, julho 19th, 2010

O sonar (do inglês sound navigation and ranging) é um aparato capaz de emitir ondas ultra-sons a objetos, para captar os seus ecos, permitindo assim, verificar a posição deles, medindo o tempo entre a emissão do som e a recepção do seu eco.

Foi construído pelo físico francês Paul Langevin em 1917, para localizar submarinos alemães. Apesar de já estar pronto, não foi usado antes do final da Primeira Guerra Mundial.

O sonar é muito utilizado para orientar a navegação, obter o perfil da placa marítima, revelar a presença de cardumes, etc. Na água, consegue-se uma precisão muito maior do que no ar, uma vez que a velocidade de propagação do som na água é muito maior, podendo chegar a até 1498m/s, enquanto que no ar a velocidade é inferior.

Ecolocalização
A ecolocalização, também chamada de “biosonar”, é uma capacidade natural, encontrada em golfinhos e morcegos, de utilização de emissão de ondas ultra-sons para locomoção e captura de presas.
A partir do estudo da mesma, os seres humanos desenvolveram a “ecolocalização artificial”, com o advento do radar, sonar e aparelhos de ultra-sonografia. Na realidade, nenhuma dessas “imitações humanas” se compara à qualidade e perfeição da ecolocalização animal.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

São Sebastião, Caraguatatuba e Ilhabela

segunda-feira, julho 19th, 2010

A pouco menos de 200 quilômetros da Capital de São Paulo, São Sebastião, Caraguatatuba e Ilhabela, disputam amistosamente o turismo, no que é considerada uma das mais belas regiões costeiras do Pais. Possuem igualmente uma das mais piscosas áreas do litoral brasileiro.Praias de tombo, costões, parcéis, Lages e um vasto arquipélago de mais de 340 quilômetros quadrados, que proporcionam alem da excelente temperatura e transparência de água, muitos peixes e principalmente , segurança aos pescadores devido as gigantescas proporções da maior ilha oceânica do Brasil (Ilha de São Sebastião, Ilhabela é o nome do município) que oferecem pesqueiros seguros e abrigados em qualquer situação de tempo.
Em termos de pesca, as possibilidades na região são inúmeras.As alternativas
de saída para o mar são muitas, e peixes não faltam.Elas vão de barcos,
escunas, lanchas potentes capitaneadas pelos melhores guias de pesca do
pais.

A pesca de praia, na costa de São Sebastião ou Caraguatatuba, é sempre
profícua. Muitas dessas praias servem de palco para campeonatos estaduais,
nacionais ou internacionais.
Para quem gosta de costões, essa região possui dezenas de quilômetros desses ricos pesqueiros,onde badejos ,garoupas , sargos enchovas e outros peixes estão certamente presentes.

São três os fatores preponderantes: a profundidade ideal, de 25 a 45 metros,
boa variedade de tipos de pontos (encostas, lajes e parcéis) e a concentração desses locais, que facilita encontrar cardumes com o mínimo de deslocamentos.Para as famílias dos pescadores há centenas de hotéis , pousadas,que suprem com sobra à quantidade necessária, e faixa de preço requerida, mesmo na alta temporada.
A grandiosidade do sistema de ilhas, lajes e parcéis, cria enorme variedade
de pontos em profundidades de 5 a 50 metros.
O guia de pesca Boya, recomenda dependendo da época do ano, adaptar-se ao local em função do conhecimento da região e acompanhamento dos deslocamentos dos cardumes.
(Yadir figueiredo)

A PESCA NO LITORAL DE SÃO PAULO

segunda-feira, julho 19th, 2010

(PROFISSIONAL)

A pesca é uma atividade de produção primária dependente de fatores econômicos, sociais e ambientais, praticada nos mais diversos ecossistemas: marinhos, estuários ou de água doce. A forma de produção varia bastante, encontrando-se desde pescadores que jogam suas linhas e redes em praias ou margens de rios, até grandes embarcações que contam com sistemas sofisticados de navegação por satélite, sondas, guinchos e de conservação de pescado.

No litoral do Estado de São Paulo existe uma considerável atividade pesqueira profissional. No entanto, essa atividade não é homogênea, ou seja: os meios de pesca, as espécies pescadas, a autonomia, a forma de organização social e o espaço de trabalho dos pescadores variam bastante. Assim, pode-se dividir a pesca marinha paulista, ainda que grosseiramente, em pesca artesanal e pesca industrial.

A pesca artesanal geralmente é efetuada pelo próprio dono dos meios de produção (apetrechos de captura e barco, normalmente produzidos pelo próprio grupo social), acompanhado por membros da família ou da comunidade próxima. Apresenta grande diversidade em termos de tamanho das embarcações utilizadas (desde canoas movidas a remo até pequenos barcos com motor de popa ou de centro) e em termos de aparelhos de captura (cerco-fixo, cerco flutuante, arrasto-de-fundo, espinhel, linha-de-mão, rede-de-emalhar, puçá-e-ísca, arrastão-de-praia, etc.). Em conseqüência dessa variabilidade de meios, a produção é obtida desde a orla da costa (geralmente sem perder a terra de vista) até dentro de baías e estuários, ou mesmo pela retirada de moluscos (mexilhões e ostras) em costões rochosos. Dependendo do tamanho das embarcações utilizadas e das transformações incorporadas à atividade, a pesca artesanal pode ser chamada de pesca-de-pequeno-porte ou pesca-de-pequena-escala, como acontece atualmente com a pesca dirigida ao camarão-sete-barbas.

O instrumento básico de organização classista nessa categoria de pesca é a “Colônia de Pesca”, que reúne os pescadores por área geográfica. No entanto, não há obrigatoriedade de filiação, com as colônias angariando adesões à medida que realmente demonstram as vantagens desse tipo de associação.

Dezenas de espécies são trazidas ao comércio pela pesca considerada artesanal, sendo mais capturado o camarão-sete-barbas, com o uso do arrasto-de-fundo. A seguir, capturam-se peixes como a corvina, as pescadas, a guaivira, os caçonetes, a tainha, etc., obtidos principalmente por meio de cercos e redes-de-emalhar. Em certas áreas existem pescarias dirigidas e bem seletivas, como por exemplo no estuário de Santos, onde há uma grande captura de siris.

A pesca denominada industrial é praticada com o uso de embarcações maiores, que realizam viagens com duração entre 4 e 15 dias normalmente, mas que podem chegar a 30 dias, e divide-se em diferentes frotas:

1. A frota arrasteira, que se utiliza do arrasto-de-fundo como aparelho de captura. Ela ainda subdivide-se na frota dirigida à pesca do camarão-sete-barbas (com embarcações entre 8 e 15 m de comprimento). Na frota dirigida ao camarão-rosa (com barcos medindo entre 15 e 23 m) e na frota de parelhas (embarcações que atuam aos pares tracionando uma só rede, medindo entre 18 e 26 m), que objetivam a captura de peixes demersais e bentônicos (que vivem próximo ou no fundo marinho, respectivamente) como a corvina, as pescadas, o goete, o porquinho, etc. Dezenas de espécies entre peixes, crustáceos e moluscos (como lulas e polvos) são capturadas por essas três frotas, uma vez que as espécies-alvo de uma pescaria nunca são capturadas sozinhas. A frota dirigida ao camarão-rosa, por exemplo, desembarca grande quantidade de peixes e moluscos, que contribuem para a lucratividade das operações de pesca. Em ciência pesqueira, essa fauna que acompanha a produção das espécies-alvo é denominada de “fauna acompanhante”. Porém, aproveita-se apenas parte dessa fauna para consumo, sendo considerável a rejeição de biomassa, ou seja, o retorno para o mar de enorme quantidade de exemplares (a grande maioria já mortos) de espécies sem interesse para a comercialização ou de exemplares de espécies comercializáveis, porém de pequeno tamanho.

2. A frota de traineiras, que opera com rede de cerco (com embarcações medindo entre 12 e 27 m de comprimento), dirigida à captura de peixes pelágicos (que vivem na coluna d’água), principalmente a sardinha-verdadeira. Captura também o chicharro, a tainha, a cavalinha e outras espécies, desde que formem densos cardumes passíveis de serem cercados pelo tipo de aparelho de captura utilizado.

3. A frota espinheleira dividida em duas frotas: a que opera com espinhel-de-fundo na captura de cherne, batata, namorado, etc. em profundidades que podem atingir os 500 m (com embarcações entre 15 e 25 m de comprimento) e a frota que opera com espinheis “de superfície” (aparelhos de pesca cujo cabo principal pode ter mais de 90 km de extensão). Essa frota, que atua em mar aberto por vezes a centenas de milhas da costa (com embarcações entre 21 e 30 m de comprimento), busca a captura de grandes peixes pelágicos oceânicos como os atuns, o espadarte, os agulhões, o cação-azul, etc.

Na pesca industrial, os proprietários das embarcações (os armadores) remuneram a equipe embarcada (geralmente mestre, contramestre, motorista, gelador, cozinheiro – todos pescam) pelo “sistema de partes”, ou seja, o lucro da venda da produção (já descontado o custo operacional da viagem) é dividido em “n” partes iguais, ficando o proprietário com “x” partes, o mestre com uma quantidade menor de partes, e assim sucessivamente, até o último degrau de uma “escala” baseada no grau de especialização que a atuação a bordo exige. Atualmente, existe uma obrigação legal de pagamento de um salário mínimo para a classe.

A organização classista difere da pesca artesanal, existindo as associações e sindicatos patronais e os sindicatos dos empregados na atividade.

Ecossonda

domingo, julho 18th, 2010

Ecossondas são instrumentos que utilizam os princípios da acústica, principalmente do comportamento das ondas de som na água, para detectar submarinos, peixes, ou outros objetos na coluna de água, no oceano ou em outras massas de água.

A penetração do som na água é significativamente maior que a da luz. Instrumentos acústicos aditivos que, por definição, emitem e recebem ondas sonoras, são, portanto, capazes de detectar peixes ou outros objetos a muito maior distância da que é possível atingir com sistemas visuais. A exploração desta propriedade é evidente nas sofisticadas capacidades de ecolocalização de baleias e golfinhos. Instrumentos acústicos, desenvolvidos ao longo do último século, têm hoje aplicações militares, econômicas e científicas. No campo militar, esses aparelhos são utilizados por navios de vários tipos para a detecção de outros navios, particularmente de submarinos e de outras ameaças subaquáticas. No âmbito econômico, instrumentos acústicos são fundamentais nos navios de pesca modernos para a detecção de cardumes. É também esse o uso principal deste tipo de instrumentos no campo científico, servindo, na ciência pesqueira, para avaliação de recursos e estudos de desempenho de artes de pesca, e para estudos mais gerais quanto à distribuição e comportamento de peixes, plâncton e outros organismos aquáticos.

As ecossondas funcionam pela emissão de um sinal eletreto que é transformado por um transdutor num pulso acústico que é dirigido para baixo. Quando este pulso atinge algum objeto na coluna de água, parte da energia acústica é refletida e recebida pelo transdutor sob a forma de um eco, reconvertido em energia elétrica. O tempo que medeia entre a emissão do pulso e a recepção do eco, conhecida a velocidade do som na água (cerca de 1500 ms-1), fornece a distância a que o objeto se encontra do transdutor.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.